CNMC ordena à Renfe que abra a oficina de La Sagra à rival Iryo
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- A autoridade da concorrência CNMC obriga a Renfe a abrir as suas oficinas de manutenção pesada, sobretudo a base de La Sagra, a operadores concorrentes como a Iryo; a Renfe impugna a decisão perante a Audiência Nacional (notícia de 21 de maio de 2026)
A Renfe calcula a perda de receitas em mais de 60 milhões de euros por ano e prevê menos comboios em serviço, sobretudo em Madrid–Barcelona e nos serviços Avant; segundo os seus cálculos, teria de abdicar de mais de 10% da capacidade por ano, em vez de 7%.
Segundo a Renfe, a CNMC exige acesso irrestrito a La Sagra para a desmontagem e remontagem de bogies, a utilização das suas instalações e equipamentos e a reparação dos bogies pela Renfe ou pelo próprio concorrente, com condições económicas e prazos, ao mesmo tempo que rejeitou o pedido concreto da Iryo de acesso a uma vala de manutenção. A Renfe argumenta que a Lei do Setor Ferroviário exige acesso apenas para a manutenção ligeira e refere o seu programa de oficinas 2025–2030, no valor de mais de 1000 milhões de euros, e um concurso de 43 milhões de euros para uma base de manutenção em Móstoles. A data é a da notícia; o artigo não indica quando a CNMC decidiu (LOK Report, 21 de maio de 2026).
Fonte: lok-report.de ↗ · Cópia arquivada ↗
Outras fontes: cnmc.es ↗ (Cópia arquivada ↗)
Fontes: 2 fontes independentes · Quão bem documentado está o Eurotrack?
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